sábado, 17 de outubro de 2026

DIREITO DAS MULHERES

Agosto Lilás: Governo do Amapá leva serviços às mulheres em Foz do Mazagão Velho, no Igarapé Grande

Atividades foram desenvolvidas para os moradores da comunidade, pela equipe da Secretaria de Políticas para Mulheres (Sepm)

Alice Palmerim
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Foram realizados atendimentos visando o bem-estar das mulheres
Foram realizados atendimentos visando o bem-estar das mulheres · Foto: Arquivo Sepm

Crédito: Arquivo SepmForam realizados atendimentos visando o bem-estar das mulheresDando prosseguimento as atividades da campanha nacional "Agosto Lilás", o Governo do Amapá realizou no sábado, 24, ações de conscientização sobre o combate a violência doméstica e de gênero, a iniciativa ação aconteceu na foz do Mazagão Velho, no Igarapé Grande.

Coordenada pela equipe da Secretaria de Políticas para Mulheres, diversos moradores receberam atendimentos diversificados, de assistente social, fisioterapia, psicólogo e assessoria jurídica.    

Crédito: Arquivo SepmMulheres se reúnem para recer orientações“A dificuldade de acesso que muitas agricultoras e ribeirinhas enfrentam em regiões como a do Igarapé Grande, não pode ser um obstáculo, pois o compromisso do Governo do Estado e da Secretaria de Políticas para Mulheres é garantir atendimento a todas, independente do local. É o que estamos viemos fazer aqui, garantir o direito delas”, reforçou a secretária das Mulheres, Adriana Ramos.

Crédito: Arquivo SepmEquipe técnica da Secretaria das Mulheres

O mês de conscientização de combate a violência contra as mulheres, acontece em todo o Brasil. No Amapá, os órgãos e instituições que pertencem à Rede de Atendimento à Mulher participam divulgando os canais de denúncias, o 180 e 190.  

Uma das mulheres atendidas pelos profissionais durante a ação foi a dona de casa, Sulamita de Souza, de 35 anos, que ficou satisfeita com a iniciativa.

“Aqui na comunidade, devido ao difícil acesso, é raro termos esse tipo de serviços. Meus filhos e eu fomos atendidos pela psicóloga e foi necessário, porque precisamos estar bem mentalmente para enfrentar os desafios do cotidiano”, ressaltou Sulamita.

Outra moradora que se consultou foi Geiva Cristina Guimarães, de 25 anos, ela falou das dificuldades em receber atendimentos de saúde e cidadania.

“O fato de morarmos num lugar afastado, restringe o acesso a informações importantes, como o combate a violência e os direitos que temos. O Governo do Amapá, além de nos colocar a par de vários dados, nos deu a chance de sermos acolhidas, o que colabora, inclusive para nossa interação com outras mulheres”, destacou Geiva.  

Crédito: Arquivo SepmOrientação jurídica foi um dos serviços prestados

Crédito: Arquivo SepmServiços de saúde foram levados à comunidade

 

 

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