Os jovens no Amapá são a mais nova aposta para conter o avanço do vírus HIV entre a juventude de 15 a 25 anos. Nesta terça-feira, 8, eles começaram a ser capacitados para atuarem como multiplicadores em seus locais de vivência. O programa é de iniciativa do Fundo das Nações Unidas para Juventude da Unicef e foi aderido pelo Governo do Amapá.
A ideia é fazer com que esses jovens possam convencer e informar os outros a respeito do cuidado e da prevenção contra a doença. Eles serão capacitados a construir materiais educativos e ideias que possam servir de abordagem sobre o assunto, principalmente para os casais da sua idade.
O projeto iniciou em Fortaleza (CE) em 2013, e se espalhou por outras cidades como Belém, Porto Alegre e agora no Amapá. Segundo a educadora social da Unicef, Taisa Scerne, o objetivo não é caçar vírus e sim conscientizar e potencializar o acesso aos testes. Quanto mais rápido o portador souber que está com vírus, mais cedo inicia o tratamento. Ela justifica que os jovens, por não ouvirem falar muito sobre a doença, não dão muita atenção para a prevenção da mesma.
“Os jovens não procuram exames porque aparentemente está tudo perfeito. Quando descorem, já estão com a Aids. Para evitar isso, precisamos que eles tenham consciência e levem a sério o cuidado com a saúde”, considerou.Taisa Scerne ressaltou a meta global, firmada por prefeitos do mundo inteiro e assinada em Paris, que estabelece que 90% das pessoas infectada com HIV saibam que estão vivendo com o vírus, e que 90% desses estejam em tratamento, e que 90% dos que estão em tratamento estejam com a carga viral indetectável.
“Percebemos que a nossa população jovem do Amapá é muito protagonista desse tipo de ação. Eles gostam de desafio”, justificou Alex Jhony, enfermeiro do programa de DST/AIDS da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) A programação acontece até sexta-feira, 11 no auditório do Centro de Referência da Saúde o Trabalhados (Cerest).
A ideia é fazer com que esses jovens possam convencer e informar os outros a respeito do cuidado e da prevenção contra a doença. Eles serão capacitados a construir materiais educativos e ideias que possam servir de abordagem sobre o assunto, principalmente para os casais da sua idade.
O projeto iniciou em Fortaleza (CE) em 2013, e se espalhou por outras cidades como Belém, Porto Alegre e agora no Amapá. Segundo a educadora social da Unicef, Taisa Scerne, o objetivo não é caçar vírus e sim conscientizar e potencializar o acesso aos testes. Quanto mais rápido o portador souber que está com vírus, mais cedo inicia o tratamento. Ela justifica que os jovens, por não ouvirem falar muito sobre a doença, não dão muita atenção para a prevenção da mesma.
“Os jovens não procuram exames porque aparentemente está tudo perfeito. Quando descorem, já estão com a Aids. Para evitar isso, precisamos que eles tenham consciência e levem a sério o cuidado com a saúde”, considerou.Taisa Scerne ressaltou a meta global, firmada por prefeitos do mundo inteiro e assinada em Paris, que estabelece que 90% das pessoas infectada com HIV saibam que estão vivendo com o vírus, e que 90% desses estejam em tratamento, e que 90% dos que estão em tratamento estejam com a carga viral indetectável.
“Percebemos que a nossa população jovem do Amapá é muito protagonista desse tipo de ação. Eles gostam de desafio”, justificou Alex Jhony, enfermeiro do programa de DST/AIDS da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) A programação acontece até sexta-feira, 11 no auditório do Centro de Referência da Saúde o Trabalhados (Cerest).
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