sábado, 17 de outubro de 2026

TURISMO

Governo do Amapá apresenta pontos turísticos amapaenses para visitantes da Comissão Mista

Os principais locais visitados foram a Fortaleza de São José de Macapá, o Museu Sacaca e o monumento do Marco Zero.

Cristiane Nascimento
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Os turistas ficaram encantados com a riqueza cultural e histórica dos monumentos
Os turistas ficaram encantados com a riqueza cultural e histórica dos monumentos · Foto: Aog Rocha

Crédito: Aog Rocha/GEAOs turistas ficaram encantados com a riqueza cultural e histórica dos monumentos

As riquezas naturais, a história e a cultura do Amapá encantaram os participantes da 13ª Comissão Mista Transfronteiriça Brasil-França. Após debaterem e alinharem por dois dias, os avanços para a fronteira de ambos os lados, o grupo fez um tour na quinta-feira, 13, pelos principais pontos turísticos do estado, percorrendo desde a Fortaleza de São José, às margens no rio Amazonas, a comunidade quilombola do Curiaú.

São mais de 60 visitantes, que têm a oportunidade de conhecer a rica cultura do estado, as belezas naturais que rodeiam a cidade, o artesanato e a culinária única que está no centro da gastronomia brasileira.

"No Dia Nacional do Turismo, o Governo do Amapá fortalece a relação da França com o Brasil. Nós sediamos a 13ª reunião da Comissão Transfronteiriça e o Governo organizou um city tour, conduzido pelo guia de turismo, Sandro Borges, que está fazendo a apresentação dos nossos produtos e atrativos turísticos do estado do Amapá", detalhou a secretária de Estado do Turismo, Syntia Lamarão. 

O primeiro ponto visitado foi a Fortaleza de São José de Macapá, com sua potência e vasta riqueza cultural e histórica. Quem entrou no lugar, pela primeira vez, não escondeu a admiração.

"Não tínhamos noção que era assim. A cidade é impressionante, porque tem muitas coisas para fazer aqui. Dá para ver que tem um potencial de desenvolvimento muito grande, tem monumentos históricos como esse, tem a natureza ao redor, o rio Amazonas, que é famoso no mundo inteiro. Esse monumento é muito grande e conservado, com uma ótima preservação da história", comentou o representante do Ministério das Relações Exteriores de Paris, Bertrand Lacour.

Crédito: Aog Rocha/GEA

Diante do vasto acervo do Museu Sacaca, que também fez parte do roteiro, com sua exuberância, em plena área urbana da cidade, o funcionário público do Instituto Nacional da Fundação Pública da Guiana, Jean-Michel Tu, afirmou que fez muitas descobertas e experiências únicas.

"Cheguei para o trabalho aqui, há dois dias, sendo muito bem recebido e vivi bons momentos. É realmente uma cultura que eu não conhecia e vi muitas coisas, pela primeira vez, no Amapá. E estou ansioso por poder descobrir outras partes turísticas, a culinária e as danças, que são muito agradáveis", frisou o turista.

Crédito: Aog Rocha/GEA

O diretor do Museu Sacaca, André Abdon, destacou que receber os visitantes é uma maneira de expandir a cultura, através de um lugar tão rico em história.

"Aqui há um retrato do nosso povo, da nossa gente, da vida das pessoas da floresta, contatada a céu aberto. Esse é um ambiente maravilhoso da nossa Amazônia e do povo, representado em todas as suas instâncias, incluindo as questões indígenas, que são representadas nas etnias e nas casas, aqui no nosso espaço", enfatizou Abdon.

O monumento do Marco Zero, na Zona Sul da capital, também esteve na lista de visitação dos turistas. A ida ao ponto que marca o lugar por onde passa a Linha do Equador e divide o planeta em dois hemisférios, gerou uma brincadeira muito conhecida e que é uma das curiosidades do local: colocar um ovo em pé, em cima da estrutura do monumento. A distração atraiu os visitantes, que fizeram questão de fazer o teste, chamando a atenção de quem esteve no local pela primeira vez, como a conselheira da Prefeitura da Guiana, Cabassud Isabelle.

“Eu achei essa visita extraordinária. Para mim, é algo realmente magnífico estar no ponto de partida, no marco zero da linha do Equador. Realmente não imaginei que um dia, na vida, eu viria aqui e sou muito grata por essa oportunidade. No Museu tinha tanto artesanato, que pensei em comprar vários, mas infelizmente a gente não pode levar tudo.  A Fortaleza de São José de Macapá, com arquitetura de Vauban, que é um arquiteto francês. Eu venho de Bretanha, de Brest, local onde temos muitas fortalezas construídas por Vauban, e para mim é algo muito forte. Obrigada, Amapá”, celebrou a visitante.

Crédito: Aog Rocha/GEA

Crédito: Aog Rocha/GEA

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