Margarita Sánches explicou que o método de ensino desenvolvido pelo Centro de Sinaloa busca a formação crítica dos estudantes
O modelo de ensino de ciências naturais e tecnologia, considerando os passos do método científico para o desenvolvimento de competências, foi tema de uma palestra ministrada pela mestra e coordenadora acadêmica do Museu e Planetário do Centro de Ciências de Sinaloa, no México, Margarita Leya Sánches.
A palestra aconteceu na tarde desta quinta-feira, 22, no auditório principal do Monumento Marco Zero do Equador durante a Feira de Ciências e Engenharia do Estado do Amapá (Feceap). Professores, cientistas educacionais e estudantes participaram do momento de interação.
De acordo com Margarita Sánches, o método de ensino desenvolvido pelo Centro de Sinaloa visa formar estudantes críticos, de inteligência múltipla, desenvolvendo neles diversas aptidões como musical, interpessoal, linguística, lógica, matemática e outras.
“Queremos formar estudantes com pensamento crítico do que acontece a sua volta. Estudantes que saibam analisar a mensagem que chega até eles, absorvendo o que eles acreditam ser verdadeiro. Não há uma verdade absoluta em tudo”, pontuou.
A professora falou também do trabalho desenvolvido pelo Centro de Ciências de Sinaloa. O centro é uma ferramenta valiosa no apoio educacional e cultural do povo mexicano no ensino e aprendizagem das ciências naturais e tecnológicas, visando o processo de modernização do país.
“Temos que instigar os alunos ao raciocínio crítico, debatendo ideais, desenvolvendo projetos e planos em conjunto e individuais. E o professor é peça importante desse processo, apontando caminhos”, ressaltou Margarita.
Palestra Elas Digitais
A programação contou ainda com a palestra ‘Elas Digitais’ onde as estudantes amapaenses Jucilene Souza e Jéssica Viana abordaram a importância das mulheres no cenário tecnológico. Elas Digitais é um projeto que nasceu dentro da startup amapaense Profissionais em Suporte, Infraestrutura e Desenvolvimento (Prosid), e tem como objetivo inserir jovens mulheres na área da tecnologia da informação, para formação e atuação no Amapá, e, mais tarde, em outros mercados. A iniciativa percorre escolas promovendo palestras sobre mulheres na T.I, workshops e outras atividades.
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