A neurociência na educação e os desafios para desenvolver os alunos que possuem altas habilidades e superdotação foram temas de duas palestras realizadas na Feira de Ciências e Engenharia do Estado do Amapá (Feceap), nesta quinta-feira, 22.
Com a apresentação “Neurociência e Educação”, a professora gaúcha Vanessa Paetzold Rodrigues, palestrou sobre a importância de desenvolver vínculos afetivos com os alunos como forma de estimular a aprendizagem.
A Neuroeducação pode ajudar a escola e o professor a tornar o aprendizado mais eficiente e mais interessante para o aluno por meio de estímulos multissensoriais, fortalecimento da memória, afetividade, uso de tecnologias, atividades físicas, entre outros mecanismos.
“Quando o aluno se sente acolhido a aprendizagem é bem maior do que a tradicional. A afetividade estimula o cérebro a desenvolver melhor as funções”, explicou.O público também aprendeu como identificar os alunos que possuem indicadores de altas habilidades e superdotação. O palestrante João Bezerra da Silva Júnior falou sobre o assunto na palestra “Descobrindo e desenvolvendo talentos”, nome dado a uma obra de sua autoria.
“Nem sempre o aluno que tira dez pode ser considerado superdotado. É importante que os professores sejam capacitados para identificar as características do aluno que possui altas habilidades e superdotação. Políticas públicas dedicadas a esse público também são muito carentes”, ressaltou.
Ele citou características que merecem atenção no diagnóstico desse tipo de aluno: quando o aluno possui habilidade, interesse e criatividade acima da média por determinada tarefa são alguns traços que precisam ser levadas em consideração.
A proposta de atendimento educacional especializado para os alunos com altas habilidades e superdotação estão relacionados à educação inclusiva, oportunizando, assim, a construção do processo de aprendizagem e ampliando o atendimento, com vistas ao desenvolvimento das potencialidades desses alunos.
Com a apresentação “Neurociência e Educação”, a professora gaúcha Vanessa Paetzold Rodrigues, palestrou sobre a importância de desenvolver vínculos afetivos com os alunos como forma de estimular a aprendizagem.
A Neuroeducação pode ajudar a escola e o professor a tornar o aprendizado mais eficiente e mais interessante para o aluno por meio de estímulos multissensoriais, fortalecimento da memória, afetividade, uso de tecnologias, atividades físicas, entre outros mecanismos.
“Quando o aluno se sente acolhido a aprendizagem é bem maior do que a tradicional. A afetividade estimula o cérebro a desenvolver melhor as funções”, explicou.O público também aprendeu como identificar os alunos que possuem indicadores de altas habilidades e superdotação. O palestrante João Bezerra da Silva Júnior falou sobre o assunto na palestra “Descobrindo e desenvolvendo talentos”, nome dado a uma obra de sua autoria.
“Nem sempre o aluno que tira dez pode ser considerado superdotado. É importante que os professores sejam capacitados para identificar as características do aluno que possui altas habilidades e superdotação. Políticas públicas dedicadas a esse público também são muito carentes”, ressaltou.
Ele citou características que merecem atenção no diagnóstico desse tipo de aluno: quando o aluno possui habilidade, interesse e criatividade acima da média por determinada tarefa são alguns traços que precisam ser levadas em consideração.
A proposta de atendimento educacional especializado para os alunos com altas habilidades e superdotação estão relacionados à educação inclusiva, oportunizando, assim, a construção do processo de aprendizagem e ampliando o atendimento, com vistas ao desenvolvimento das potencialidades desses alunos.
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