sábado, 17 de outubro de 2026

SAÚDE

Servidores do HCA/ PAI recebem qualificação sobre cuidados psicossociais no hospital

O projeto de educação permanente tem o foco em cuidado em saúde mental, manejo de crises e fluxo de rede

Paolla Gualberto
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Profissionais puderam trocar experiências e colaborar para o fortalecimento do debate
Profissionais puderam trocar experiências e colaborar para o fortalecimento do debate · Foto: Paolla Gualberto

Crédito: Paolla GualbertoProfissionais puderam trocar experiências e colaborar para o fortalecimento do debate

A Coordenação Estadual de Saúde Mental realizou mais uma capacitação sobre manejo de crises para profissionais da saúde. Dessa vez, a abordagem focou na realidade do Hospital da Criança e do Adolescente (HCA) e Pronto Atendimento Infantil (PAI). 

Trata-se de um projeto de educação permanente tem o foco em cuidado em saúde mental, manejo de crises e fluxo de rede.

Enfermeiros, psicólogos e técnicos compartilharam conhecimentos sobre as responsabilidades e deveres dos profissionais inseridos nessas unidades de saúde.

De acordo com o Coordenador Estadual de Saúde Mental, André Romero, está ocorrendo uma estruturação nas enfermarias de cuidados psicossociais, que é o local responsável por fornecer uma atenção mais adequada aos pacientes e familiares.

 “Nós precisamos qualificar esses profissionais. O servidor tem que estar preparado para situações como surtos, saber como proceder e acolher esse paciente”, afirma André.

O projeto de educação permanente se estenderá para todas as unidades hospitalares de competência do Amapá, aplicando conceitos baseados na realidade de cada região e casa de saúde.

Para o enfermeiro e palestrante Cássio Monteiro, o objetivo da capacitação é reforçar para os profissionais que o cuidado com a saúde mental dos pacientes precisa fazer parte do cotidiano do hospital.

“Vamos mostrar que é possível tratar essas crianças e adolescentes da forma mais humanizada possível”, finalizou o palestrante.

A enfermeira Adriele Mendes participou da qualificação e afirma que se sente aliviada de finalmente ter a oportunidade em poder partilhar experiências com os colegas sobre essa realidade.

 “O paciente psiquiátrico ainda é muito estigmatizado, então o profissional desempenha um papel fundamental de lidar e conduzir o quadro de saúde deles. Então eu vejo com bons olhos essa capacitação, assim teremos mais servidores habilitados a mediar qualquer tipo de crise”, pontuou a enfermeira.

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