sexta-feira, 16 de outubro de 2026

EDUCAÇÃO

Governo do Amapá empossa 132 novos professores e pedagogos para atuarem no sistema modular

Profissionais da educação atuarão em escolas de áreas rurais quilombolas, ribeirinhas, assentados e campesinos.

Caroline Mesquita
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Os profissionais irão atuar por cerca de 70 localidades em todo o Amapá.
Os profissionais irão atuar por cerca de 70 localidades em todo o Amapá. · Foto: Vandy Ribeiro

Crédito: Vandy Ribeiro/SeedOs profissionais irão atuar por cerca de 70 localidades em todo o Amapá.

O Governo do Estado empossou nesta sexta-feira, 9, 132 novos professores e pedagogos para atuarem no Sistema Organizacional Modular de Ensino, que foram aprovados no processo seletivo interno exclusivo para profissionais efetivos do estado e/ou ex-Território Federal. A cerimônia coordenada pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) aconteceu no auditório do Centro Walkíria Lima, em Macapá.

Os profissionais irão atuar no ensino modular fundamental e médio. No fundamental, foram empossados professores dos componentes curriculares ensino religioso, espanhol, francês, inglês, língua portuguesa e literatura, ciências, matemática, arte, educação física, geografia e história; e para o modular médio, os componentes de arte, biologia, educação física, filosofia, física, geografia, história, inglês, língua portuguesa e literatura, matemática, química e sociologia.

Como funciona

O Sistema Organizacional Modular de Ensino é o efetivo atendimento da educação nas áreas rurais quilombolas, ribeirinhas, assentados e campesinos. Os professores e pedagogos irão atuar em aproximadamente 70 localidades, distribuídas em todo o estado. Por meio de sorteio, eles são designados para viajar para quatro áreas distintas no decorrer do ano.

A iniciativa conta com parcerias entre Prefeituras e Estado, através de um sistema de rodízio de professores. O SOME conta com uma equipe de mais de 400 professores licenciados nos componentes curriculares do ensino fundamental e médio. Com a entrada dos novos 132 novos profissionais, supre a carência que havia nas escolas rurais.

“Temos problemas de infraestrutura, pedagógico, até de natureza, pois, em alguns lugares se trabalha pela tábua da maré. Então, de antemão, quero agradecer a dedicação de todos e dizer que a educação do campo, quilombola e ribeirinha precisa de vocês”, pontuou a secretária de Estado da Educação, Goreth Sousa.

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