sábado, 17 de outubro de 2026

SAÚDE

Setembro Amarelo: Saúde mental indígena é debatida pelo Governo do Amapá

Profissionais se deslocam até as comunidades através de planejamento de ações e em situações específicas.

Redação
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Gabriel Maciel
· Foto: Gabriel Maciel

Crédito: Gabriel Maciel

O Governo do Amapá realizou uma ação em alusão ao Setembro Amarelo voltado para etnias indígenas do estado. A saúde mental dentro das comunidades indígenas está relacionada com os determinantes sociais de saúde, por isso o cuidado deve ser diferenciado com políticas públicas específicas.

No Amapá, a Atenção Primária em Saúde Indígena é realizada através do Distrito Sanitário Especial Indígena Amapá e Norte do Pará (um dos 34 que existem no Brasil), com a gestão da Secretaria Especial de Saúde Indígena ligada ao Governo Federal. Sendo importante a articulação com a rede de saúde mental do estado, uma vez que usuários indígenas são referenciados para cuidados com especialistas da rede, seja nos CAPs ou nos hospitais.

A psicóloga do Distrito Sanitário Especial Indígena Amapá e Norte do Pará, Eliana Arara, explica que a saúde mental é uma questão debatida dentro das comunidades e cada vez mais tem sua atenção levantada.

“Quando falamos de saúde mental no contexto indígena podemos nos referir ao termo bem viver indígena, pois existe uma perspectiva transcultural. Há políticas de saúde mental específicas voltadas para as comunidades”, afirmou a psicóloga.

O trabalho do Bem Viver indígena é feito em parceria, juntando os governos estaduais e federais. Quando há referenciamento de pacientes à rede de média e alta complexidade em saúde, as comunidades contam com a Casa de Apoio a Saúde Indígena (sendo uma no município de Macapá e outra no Oiapoque).

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