
O projeto oferta consultas em 7 especialidades e já chegou a 10 municípios, além de aldeias indígenas.
Desenvolvido pelo Ministério da Saúde (MS) e implementado em abril de 2021 no Amapá, o Projeto de Telemedicina é uma parceria entre o Governo do Estado e o Hospital Israelita Albert Einstein. Desde que foi posto em prática, já totaliza 4.855 consultas em sete especialidades: cardiologia, endocrinologia, neurologia adulto e pediátrica, pneumologia, reumatologia e psiquiatria.
A telemedicina integra o leque de ações voltadas para a melhoria da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional (Proadi-SUS). Administrado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o projeto foi criado para aproximar médicos e pacientes através da tecnologia, facilitando a emissão de laudos, análise de exames e elaboração de diagnósticos.
Por meio do Projeto de Telemedicina, os municípios implementaram ambulatórios de especialidades médicas nas Unidades Básicas de Saúde, para ofertar consultas anteriormente disponíveis apenas na rede estadual. Dessa forma, a atenção primária à saúde desafoga as demandas das unidades estaduais e o paciente não precisa mais se deslocar entre os territórios.
“A parceria tem sido indispensável para dar celeridade ao atendimento das demandas de consultas especializadas reprimidas. Está sendo fundamental, principalmente, para atender as localidades mais distantes”, completou o secretário-adjunto de atenção à Saúde, José Everton Gomes.
O atendimento médico virtual está presente nos municípios de Macapá, Santana, Mazagão, Porto Grande, Ferreira Gomes, Amapá, Calçoene, Oiapoque, Laranjal do Jari, Pedra Branca, além de aldeias alcançadas pelo Distrito Sanitário Indígena/Amapá Norte do Pará (Dsei). Também conta com um ponto de atendimento no Núcleo de Avaliação do Neurodesenvolvimento do Hospital de Clinicas Alberto Lima (Nande/Hcal).
O Nande é um ambiente especializado em diagnóstico de transtornos do neurodesenvolvimento, com foco no diagnóstico multiprofissional do transtorno do espectro autista (TEA). Durante o atendimento, o paciente é acompanhado por um clínico geral que faz intermédio entre o especialista e o paciente.
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