No projeto, os professores utilizam o método sociolinguístico de alfabetização que é bem mais simples e divertido para os alunos que aprendem brincando com jogos pedagógicos e de incentivo à leitura.
A coordenadora escolar, Graça Pena, contou que os professores criaram novos métodos para chamar atenção dos alunos. Segundo ela, o rendimento superou as expectativas iniciais do projeto, implantado junto com o início do ano letivo.
“Os estudantes que estão com dificuldades são acolhidos e divididos em três níveis: o silábico, pré-silábico e alfabético. A gente trabalha individualmente com cada criança e percebemos um rendimento surpreendente dos alunos que fazem parte do projeto”, destacou.
O estudante Mateus da Costa, de 11 anos de idade, não sabia ler e nem escrever antes de entrar no projeto. Agora, a realidade é diferente, com a participação do aluno em todas as atividades escolares. “Já sei ler e agora estou passando o que eu aprendi para os meus amigos. Esse projeto é muito legal porque aqui a gente aprende as coisas jogando e brincando”, contou.
O projeto acontece no contra turno das aulas e atualmente atende 30 alunos. Segundo a diretora, Lourdes Neris, essas atividades vão combater principalmente a evasão escolar e melhorar o rendimento dos estudantes.
“Sabemos que essas crianças são carentes e às vezes não tem condições de receber um reforço particular, por isso desenvolvemos essas atividades. A intenção é atender mais alunos e desenvolver o interesse em querer aprender cada vez mais”, informou.
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