
O curso sobre diagnóstico de leishmaniose aconteceu sob coordenação da SVS nos municípios.
A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), através da Diretoria Executiva de Vigilância Laboratorial (DEVL/LACEN) realizou capacitação sobre leishmaniose nos municípios. O objetivo foi orientar, aperfeiçoar e tirar dúvidas sobre a Leishmaniose Tegumentar Americana, conhecida como LTA.
A LTA é uma doença infecciosa não contagiosa causada por protozoários do gênero leishmania, acomete principalmente a pele e as mucosas. É tratada no estágio inicial como uma infecção zoonótica, mas que pode acometer os seres humanos em um segundo estágio. É transmitida por insetos do gênero Lutzomyia, conhecidas como mosquito-palha, a doença não é contagiosa, ou seja, não passa de uma pessoa para outra.
Em 2020 foram registrados 799 casos no Amapá. De janeiro ao início de maio deste ano, já são 363 casos da doença. Oiapoque, com 107 casos é o município com maior incidência e Ferreira Gomes o menor com dois casos apenas.
"É muito importante prepararmos os profissionais para termos o controle dos diagnósticos da doença. Quando mais rápido for o diagnóstico mais eficaz será o tratamento", enfatizou Geovani Mariano, gerente do Núcleo de Gestão da rede de laboratórios da SVS.
O curso teve a duração de 40 horas e se dividiu nas partes prática e teórica, habilitando os profissionais para o serviço de diagnóstico. Também está sendo feita fiscalização na rede de diagnóstico dos laboratórios destes municípios.
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