Com esse recurso, a Universidade poderá negociar o pagamento das dívidas com prestadores de serviços e locação de imóveis.
O acordo também inclui a sugestão do uso compartilhado do Centro de Educação Profissional Graziela Reis de Souza, da rede estadual de ensino. O prédio receberia a demanda do campus 2, que funciona em um prédio que não atende as necessidades da instituição.
Após 20 dias ocupando as dependências da Ueap, os estudantes disseram sair satisfeitos da mesa de negociação. “A ocupação foi para mostrar que a Universidade enfrenta problemas e o Governo se sensibilizou. Agora esperamos poder seguir em frente na construção de uma instituição mais forte”, declarou Marlon Vaz, do Movimento Estudantil Independente e Apartidário (Meia).
O chefe-adjunto do Gabinete Civil do Estado, Carlos Marques, explica que os pontos acertados com os estudantes são comuns na pauta dos servidores dos quadros técnico e docente da Ueap. Com isso, eles também já sinalizaram pelo fim da greve e devem assinar um acordo ainda hoje. “Mantivemos o diálogo e apresentamos um valor que está dentro da nossa realidade. A Universidade terá que fazer o mesmo exercício que o Governo tem feito para readaptar as dívidas de acordo com esse cenário de crise”, finalizou.
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