
A principal medida de prevenção é manter o ambiente limpo, evitando o acúmulo de entulhos e lixo.
O período conhecido como inverno amazônico é marcado por intensas chuvas no Amapá. Com isso, os especialistas da área de vigilância ambiental da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) reforçam sobre orientações para evitar o aumento de pragas urbanas e a proliferação de doenças comuns neste período.
O acúmulo de água agregado ao lixo urbano e residencial são as principais causas de proliferação do mosquito aedes aegypti, causador das doenças dengue, zika e chikungunya. O período, também é propício para o aparecimento das pragas urbanas como barata e rato ou animais peçonhentos, como escorpiões, aranha e cobra.
De acordo, com a médica veterinária e chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental (NVA), Rackel Barroso, nesse período os animais encontram condições ideais para reprodução e abrigo.
“O acúmulo de lixo agregado a comida, abrigo e água se tornam um ambiente ideal para a proliferação dos animais peçonhentos, pragas urbanas e mosquitos”, explicou Rackel.
Prevenção e combate.
A principal medida de prevenção é manter o ambiente limpo, evitar acúmulo de entulhos, lixos e qualquer recipiente que acumule água.
Caso uma residência já esteja infestada pelas pragas urbanas, Rackel Barroso indica combater usando mão de obra especializada, através de empresa que tenha esta expertise.
“O uso incorreto de inseticidas pode provocar danos para saúde da pessoa ou de animais de companhia, como gatos e cachorros, portanto o indicado é contratar uma empresa, pois eles sabem a quantidade e o tipo de material correto para o combate”, explicou a médica veterinária.
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