O diretor da escola, Aldo Pantoja de Souza, explica que o nome do projeto faz referência à localização do município, que fica no extremo norte do Brasil. “Desenvolvemos o projeto há mais de quatro anos; antes, as aulas aconteciam no auditório da escola em Clevelância; com a expansão e o aumento dos interessados, alugamos uma sede para facilitar o acesso dos alunos e o conforto no atendimento”, afirmou.
Atualmente o projeto atende cerca de 30 alunos. As aulas acontecem três vezes por semana. O projeto deu tão certo que os alunos recebem constantemente convites para se apresentar em eventos de outras escolas e da comunidade em geral.
“O nosso grupo de dança irá se apresentar na programação de aniversário da cidade de Oiapoque, que acontece no período de 21 a 23 deste mês; logo após, participaremos também, no dia 4 de junho, do Forrozão da Escola Duque de Caxias, e já fomos convidados para a Festa Internacional em São Jorge, na Guiana Francesa”, disse Pantoja.
Ele destaca ainda que “os alunos envolvidos no projeto dizem que o hip hop possibilita a cidadania, a inclusão e o reconhecimento social. Muitos deles chegam com quadro de problemas familiares, violência e até mesmo depressão. Estamos muito felizes com os resultados que este projeto tem proporcionado a estes jovens”, agradeceu.
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