sábado, 17 de outubro de 2026

SAÚDE

Obras: Porto Grande terá Hospital Regional com atendimento de baixa e média complexidade

Hospital tem previsão de entrega para o primeiro semestre de 2020 e atenderá também os municípios de Serra do Navio e Pedra Branca

Redação
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A obra é executada pela construtora da UHE, com acompanhamento técnico do Governo do Estado e Prefeitura de Porto Grande.
A obra é executada pela construtora da UHE, com acompanhamento técnico do Governo do Estado e Prefeitura de Porto Grande. · Foto: Arquivo

Crédito: Arquivo/SecomA obra é executada pela construtora da UHE, com acompanhamento técnico do Governo do Estado e Prefeitura de Porto Grande.

As obras do Hospital Regional de Porto Grande estão avançando. Durante visita ao município, o governador Waldez e senador Davi visitaram o local, que tem previsão de inaugurar no primeiro semestre de 2020. O investimento de R$ 11.837.030,24 para a construção da unidade hospitalar é resultado de acordos de compensação pelos impactos gerados na instalação da Usina Hidrelétrica (UHE) Cachoeira Caldeirão, no Rio Araguari.

A obra é executada pela construtora da UHE, com acompanhamento técnico do Governo do Estado e Prefeitura de Porto Grande. “Esse hospital será referência no atendimento de baixa e média complexidade, que além de Porto Grande também atenderá municípios como Serra do Navio e Pedra Branca”, explicou o governador Waldez Góes.

Acompanhado do presidente do Congresso Nacional, senador Davi, e deputados, Góes também visitou, ainda no sábado 18, as obras do Centro de Assistência Psicossocial, Centro de Reabilitação, obras de pavimentação e do Estádio Charles Brito.

“Essa visita fortalece a relação com os municípios para a liberação de recursos travados nos ministérios e contamos com o auxílio do senador Davi e do governador Waldez para isso”, disse o prefeito de Porto Grande, Bessa.

O Governo do Amapá manterá à disposição do município os servidores estaduais que atuavam no hospital municipal, além do fornecimento dos medicamentos. A administração ficará sob responsabilidade da prefeitura. Serão 71 leitos, reduzindo os atendimentos que são encaminhados para o Hospital de Emergências em Macapá.

Crédito: Arquivo/Secom

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